Cotação da ação  
Nota à imprensa  2008
CNP Assurances informa seus segurados.
Paris, 13 de outubro de 2008

A solidez financeira da CNP Assurances é excelente

 

CNP Assurances, primeira seguradora de pessoas na França desde 1991, goza de uma solidez financeira muito forte. A variação nitidamente inferior da ação da CNP Assurances o comprova desde o início da crise financeira, em comparação com os outros atores de seguros.

 

A composição de seu acionariado garante a solidez de CNP Assurances. O setor público detém 76,56 % de seu capital. O banco Caisse des Dépôts et Consignations é acionista majoritário, a altura de 39,99 %, e o Estado francês detém, por sua vez, 1,09 % do capital ; o que confere uma estabilidade excepcional a CNP Assurances.

 

Além do mais, CNP Assurances optou por uma gestão securitária e prudente de seus investimentos para preservar os interesses de seus clientes. A qualidade de sua carteira de obrigações é excelente: em 31 de agosto, a participação dos Estados e dos setores públicos na carteira de obrigações do Grupo CNP (sem as subsidiárias estrangeiras) era de 57,1 % e a participação das obrigações com notas A até AAA é de 96,6 %.

 

CNP Assurances não tem exposição direta aos subprimes que originaram a crise atual. Sua exposição indireta no mercado hipotecário americano, notadamente através das estruturas de capital garantido e de fundos diversificados, representa um montante inferior a 10 milhões de euros, ou seja, uma participação quase nula dos ativos administrados da CNP Assurances que totalizam 230 bilhões de euros.

 

Para ilustrar a solidez financeira da CNP Assurances, divulgamos um dado particularmente significativo : em 30 de junho de 2008, a CNP Assurances cobria em 185 % sua necessidade de margem compulsória (margem de solvência).

 

 

O seguro de vida, solução adaptada a uma visão ao longo prazo

 

A detenção de um contrato de  Seguro de Vida entra num planejamento a médio e longo prazo. É nesta perspectiva que convém avaliar seu investimento antes de tomar qualquer decisão. Seu patrimônio deve permanecer estruturado em função de seus projetos e de sua situação familiar.

 

Contratos de  Seguro de Vida oferecem numerosas vantagens e constituem uma solução adaptada a antecipação das futuras necessidades.

 

Produto flexível, o  Seguro de Vida pode servir para financiar qualquer tipo de projeto : transmissão à pessoa de sua escolha, previdência (para o recebimento de uma renda regular) mas, também, como poupança para enfrentar as dificuldades da vida ou visando um projeto imobiliário.

 

Permite investir em contratos em euros, sem equivalência nos mercados financeiros em termos de segurança e de regularidade de rendimentos, como, também, em inúmeros OPCVM para aproveitar as oportunidades de mercado, com depósitos mínimos muitas vezes mais acessíveis que no âmbito de uma conta de investimento.

 

O  Seguro de Vida oferece uma proteção contra os riscos junto com garantias sociais gerais (“garantie-décès-plancher” [garantia-piso após morte], por exemplo que garante os montantes pagos aos beneficiários).

 

Da mesma forma, são produtos sobre os quais incide uma tributação vantajosa, cuja incidência tributária diminui depois de 8 anos de permanência. O  Seguro de Vida é, por outro lado, particularmente útil para planejar a transmissão do patrimônio : os capitais do Fundo de Falecimento pagos aos beneficiários a título de contrato de  Seguro de Vida não integram a sucessão. Isto permite organizar a sucessão favorecendo, dentro dos limites autorizados, a ou as pessoas de sua escolha.

 

 

A regulamentação das companhias de seguros protege fortemente os segurados.

 

Os ativos detidos via contratos de  Seguro de Vida de Capitalização remetem a regras de prudência estabelecidas pelas companhias de seguros que afastam o risco de investimentos infelizes.

 

A solvabilidade da seguradora como a adequação do valor de seus ativos perante  seus compromissos são regularmente controladas pela Autoridade de Controle dos Seguros e Convênios. A ACAM instaura um procedimento de proteção dos interesses dos segurados quando a solvabilidade de uma seguradora está ameaçada. Tal procedimento prevê que a poupança seja garantida até um teto de 70 000 euros por cliente e por instituição para o Seguro de Vida. Este teto passa a 90 000 euros para os rendimentos resultantes de um contrato de seguros em caso de morte e de rendimentos para incapacidade ou invalidez. O recurso a este procedimento só caberia em última instância, após intervenção da solidariedade das companhias de seguros e, sobretudo, após a intervenção dos acionistas, que, no caso da CNP Assurances, pertencem em 76,56 % ao setor público.

 
 
 
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